Showrunner explica porque Cottonmouth morreu tão cedo em Luke Cage

Showrunner explica porque Cottonmouth morreu tão cedo em Luke Cage

O ponto mais elogiado da primeira temporada de Luke Cage é a participação do oscarizado Mahershala Ali como o vilão Cottonmouth, e sua importância dentro da série era tão grande que, após a morte do personagem, a trama se perdeu, com a segunda metade da primeira temporada ficando muito aquém da primeira. Mas por que afinal mataram o personagem tão cedo, no sétimo episódio de uma temporada de 13? A explicação finalmente foi dada pelo showrunner. (via CB).

Respondendo a uma crítica que dizia que a série se sabotou ao matar Cottonmouth, Cheo Hodari Coker revelou que a morte prematura do personagem se deveu a uma decisão contratual definida por Mahershala Ali.

“Nós o tínhamos por apenas sete episódios. Foi por isso que ele concordou em fazer a série.”

Assim como ocorreu com as outras séries da Marvel produzidas pela Netflix, Luke Cage foi cancelada na segunda temporada.

Já Mahershala Ali retornou a Marvel, mas agora como protagonista. Em julho do ano passado o ator ganhador de dois Oscars foi anunciado, durante a D23, como o novo intérprete de Blade, o Caçador de Vampiros, em uma produção que ainda ganhará data de lançamento e mais detalhes.

Apesar da carências de informações oficiais, temos pelo menos um rumor. Segundo o insider Daniel Richtman (via CBR), que tem um alto índice de acerto em relação a notícias antecipadas envolvendo especialmente a Marvel, a série do Cavaleiro da Lua no Disney Plus terá uma ligação direta com o filme de Blade que integrará a Fase 5 da Marvel no cinema.

Blade, o Caçador de Vampiros, foi criado por Marv Wolfman e Gene Colan, tendo sua primeira aparição na revista A Tumba do Drácula #10, de 1973. Meio humano e meio vampiro, ele caça os sanguessugas imortais e é temido e conhecido como “Aquele Que Caminha de Dia”. Além do longa de 1998, com direção de Stephen Norrington, Wesley Snipes reprisou o papel mais duas vezes, em Blade 2 (2002), com direção de Guillermo del Toro e Blade Trinity (2004), direção de David S. Goyer

 

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