Roteirista planejava matar Gwen Stacy no filme do Homem-Aranha de Sam Raimi

Roteirista planejava matar Gwen Stacy no filme do Homem-Aranha de Sam Raimi

O arco “A Noite Em Que Gwen Stacy Morreu“, de autoria de Gerry Conway, publicado nas edições #121-122 de The Amazing Spider-Man (junho e julho de 1973) é um divisor de águas nas histórias em quadrinhos, marcando o fim da inocência nos comics. O acontecimento também é, ao lado da morte do Tio Ben, o momento mais dramático e traumático na vida de Peter Parker.

A trágica morte de Gwen Stacy foi explorada no cinema apenas em O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro (2014), com Emma Stone interpretando o primeiro grande amor de Peter Parker. Contudo, o terrível evento poderia ter sido retratado antes na trilogia do herói comandada por Sam Raimi. Pelo menos era isso que planejava o roteirista do primeiro filme do aracnídeo.

Em entrevista ao Collider (via Screen Rant), David Koepp, que escreveu o primeiro filme do Homem-Aranha, protagonizado por Tobey Maguire, contou que não retornou para o segundo filme porque seus planos originais para a sequência foram abortados.

“Basicamente minha ideia para a trilogia era contar a história de Gwen Stacy/Harry Osborn. Eu queria que Gwen fosse morta no meio do segundo filme, porque isso seguiria meio que o modelo de O Império Contra-Ataca, e eu tinha vilões diferentes que queria usar. Apenas uma maneira diferente de contar a história.”

Gwen Stacy não está no segundo filme da trilogia original, mas aparece no terceiro filme, o mais criticado. Interpretada por Bryce Dallas Howard, a personagem serve apenas como instrumento desestabilizador na relação entre Peter Parker (Tobey Maguire) e Mary Jane (Kirsten Dunst) e seu destino é muito diferente dos quadrinhos: ela vive.

 

 

 

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