Roteirista diz porque matou Tony Stark, mesmo tendo liberdade da Marvel para deixá-lo vivo

Roteirista diz porque matou Tony Stark, mesmo tendo liberdade da Marvel para deixá-lo vivo

Após 11 anos, Robert Downey Jr. despediu-se do papel de sua vida em Vingadores: Ultimato. A morte de Tony Stark é o encerramento de um ciclo, de uma era, que começou com o primeiro filme do Homem de Ferro e tornou o ator um dos mais bem pagos de Hollywood. Muitas pessoas acreditam que a decisão de matar Stark veio em função da necessidade da Disney em diminuir os custos dos futuros filmes, e isto pode fazer parte do pacote, assim como a decisão de Downey Jr. de se aposentar antes que o público se cansasse, mas não foi algo imposto.

Em entrevista à revista Empire, o roteirista de Vingadores: Ultimato, Christopher Markus declarou ter recebido liberdade em relação ao destino do Homem de Ferro.

“No final de Ultimato, a peça central de todo o Universo Cinematográfico da Marvel não existe mais… Tony Stark sacrificou-se para derrotar Thanos de uma vez por todas. Esta é maneira extrema de encerrar um arco de 22 filmes, mas faz sentido perfeitamente como um fim lógico para o Homem de Ferro original. A morte de Stark não foi algo que o estúdio insistiu. Tudo que a Marvel fez foi dizer ‘Nós achamos que pode ser a hora [de Tony morrer], mas se vocês acharem que existe uma boa razão para ele não morrer, sintam-se livres…”

Mas o roteirista conta que achou que era hora de Tony Stark dizer adeus.

“O que Tony vivenciou após o salto de cinco anos… ele se casou, teve uma filha, e estava vivendo bem, pacificamente, e passou cinco anos inteiros sem surpresas. Este era uma cara que completou sua jornada. Ele vivenciou toda uma reabilitação desse personagem, que começou como um babaca no banco traseiro de um Humvee no primeiro Homem de Ferro. Tê-lo fazendo um sacrifício que Steve Rogers teria feito, se tivesse a oportunidade, pareceu a coisa certa.”

 

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