Coringa – um elemento pode indicar que a história é um delírio de Arthur, segundo site

Coringa – um elemento pode indicar que a história é um delírio de Arthur, segundo site

Antes de sua estreia, Coringa causou polêmica em torno da possibilidade do filme servir como gatilho para atos de violência por parte de extremistas chamados incels, mas felizmente nada de grave ocorreu, e toda a discussão a respeito do longa tem se dado sobre uma possível sequência, um crossover com o Batman e, ultimamente, se as ações do personagem realmente aconteceram ou se não passam de um delírio.

Screen Rant  aponta que um elemento cênico pode ser um indicador de que, na verdade, toda a história de Coringa se passa, na verdade, dentro da mente de Arthur Fleck (Joaquim Phoenix). A teoria chama atenção para a coincidência de que tanto o relógio da sala da assistente social  quanto o relógio no recinto psiquiátrico no qual Arthur fala com o psiquiatra no final do filme marcam o mesmo  horário, 11:11.

Além disso, no início do filme é mencionado que Fleck já esteve internado, e vemos ele, dentro da cela no Arkham, batendo sua cabeça contra a porta. Some-se a isso o fato de que o personagem está em exatamente toda as cenas do filme. Não há uma única sequência de Coringa que não tenha a presença de Joaquim Phoenix, e como é revelado ao longo do filme, ele se relaciona com sua própria imaginação, primeiro em sua participação no programa de Murray Franklin (Robert De Niro), quando fantasia ter sido bem recebido pelo apresentador, que diz que gostaria de ter um filho como ele, e segundo ao fantasiar que está namorada sua vizinha (Zazie Beetz).

O ponto central é que o “narrador” da história, o ponto de vista da história, é o de Arthur Fleck, e sua mente não é confiável. Provavelmente o roteirista e diretor Todd Phillips tinha mesmo a intenção de deixar essa ambiguidade arranhando a cabeça do espectador.

A bilheteria global de Coringa chega a US$ 556 milhões, o que lhe dá a décima colocação dentre as maiores bilheterias de 2019.

 

 

 

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