Watchmen – descrição de personagem de Jeremy Irons indica que ele pode ser Ozymandias

Watchmen – descrição de personagem de Jeremy Irons indica que ele pode ser Ozymandias

No início desta semana foi anunciado que Jeremy Irons juntou-se ao elenco da série de TV baseada em Watchmen, de Alan Moore e Dave Gibbons. Apesar do papel do ator vencedor do Oscar não ter sido revelado, o jornalista do Deadline responsável pela matéria publicou ter ouvido que o personagens de Irons seria um lord de uma antiga mansão britânica.

Agora o site That Hashatag Show alega ter conseguido mais detalhes sobre o misterioso papel de Jeremy Irons e, de acordo com a descrição, existe uma possibilidade de que ele seja um velho Ozymandias. De acordo com a informação, o personagem é chamado de “Blond Man” (Louro), e é descrito da seguinte forma:

“Altamente inteligente e não deixa você esquecer disso. Pense no [ator]  William Hurt com uma leve [síndrome] de Asperge. Ele costumava ser obedecido e estava sempre correto. Arrogante, erudito e aristocrático. Fisicamente em forma, ele nunca deixa de se exercitar em sua vida.”

Caso a informação esteja correta, a descrição casa perfeitamente com todas as características de Adrian Veidt, também conhecido como Ozymandias, tido e reconhecido como o homem mais inteligente e mais mortal do mundo.

Jeremy Irons, que recentemente viveu Alfred nos filmes Batman v Superman (2016) e Liga da Justiça (2017), se junta a um elenco que já conta com Regina King, Don Johnson, Tim Blake Nelson, Louis Gossett Jr., Adelaide Clemens e Andrew Howard. Yahya Abdul-Mateen II, que interpreta o Arraia Negra em Aquaman, também foi confirmado como integrante do elenco nesta sexta (29), assim como Tom Mision (Sleepy Hollow), Frances Fisher (Titanic) e Jacob Ming-Trent (Superfly).

“A história se passará no mundo que os criadores meticulosamente criaram… mas, na tradição do trabalho que a inspirou, esta nova história deve ser original”, disse o showrunner Damon Lindelof em uma carta aberta publicada no Instagram. “Ela deve vibrar com a imprevisibilidade de suas próprias placas tectônicas. E deve fazer novas questões e explorar o mundo através de novas lentes. E o mais importante, deve ser contemporânea. O Velho Testamento foi específico para os anos 80 de Reagan e Tatcher e Gorbatchev. O nosso precisa ressonar com a frequência de Trump e May e Putin e o cavalo que ele monta, sem camisa. E falando no Cavaleiro, o Fim do Mundo está fora de discussão… o que significa que heróis e vilões – como se os dois fossem distinguíveis – jogarão por apostas inteiramente diferentes.”

A obra prima de Moore e Gibbons, publicado pelo selo Vertigo da DC entre 1986 e 1987, já ganhou uma adaptação para o cinema em 2009, com direção de Zack Snyder. Devido ao formato, vários elementos da trama, bem como sua própria narrativa, sofreram alguns ajustes ou foram deixados de fora. O formato de série de TV, ou minissérie, em uma emissora como a HBO, seria incrível para permitir que toda a gravidade da história possa ser contada do jeito mais correto.

Em um mundo alternativo onde a mera presença de super-heróis americanos mudaram a história, o EUA vencem a Guerra do Vietnã, Nixon ainda é presidente e a Guerra Fria está mais forte. Watchmen começa com o mistério de um assassinato, mas logo se desenrola em uma conspiração planetária. Para solucioná-la, um inigualável grupo de heróis se reune – Roscharch, Coruja, Espectral, Dr. Manhattan e Ozymandias – e testam os limites de suas convicções e o questionamento de qual o limite entre o bem e o mal.

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